Então a raposa apareceu. "Bom dia", disse a raposa. "Bom dia", o Pequeno
Príncipe respondeu educadamente. "Quem é você? Você é tão bonita de se
olhar." "Eu sou uma raposa", disse a raposa. "Venha brincar comigo",
propôs o Pequeno Príncipe. "Eu estou tão triste". "Eu não posso brincar
com você", a raposa disse. "Eu não estou cativada". "O que significada
isso – cativar?" "É uma coisa que as pessoas freqüentemente
negligenciam", disse a raposa. "Significa estabelecer laços". "Sim",
disse a raposa. "Para mim você é apenas um menininho e eu não tenho
necessidade de você. E você por sua vez, não tem nenhuma necessidade de
mim. Para você eu não sou nada mais do que uma raposa, mas se você me
cativar então nós precisaremos um do outro". A raposa olhou
fixamente para o Pequeno Príncipe durante muito tempo e disse: "Por
favor cativa-me." "O que eu devo fazer para cativar você?" perguntou o
Pequeno Príncipe. Você deve ser muito paciente". disse a raposa.
"Primeiro você vai sentar a uma pequena distância de mim e não vai dizer
nada. Palavras são as fontes de desentendimento. Mas você se sentará um
pouco mais perto de mim todo dia." Então o Pequeno Príncipe cativou a
raposa e depois chegou a hora da partida dele – "Oh!" disse a raposa.
"Eu vou chorar". "A culpa é sua", disse o Pequeno Príncipe, "mas você
mesma quis que eu a cativasse". "Adeus", disse o Pequeno Príncipe.
"Adeus", disse a raposa. "E agora eu vou contar a você um segredo: nós
só podemos ver perfeitamente com o coração; o que é essencial é
invisível aos olhos. Os homens têm esquecido esta verdade. Mas você não
deve esquecê-la. Você se torna eternamente responsável por aquilo que
cativa."
Príncipe respondeu educadamente. "Quem é você? Você é tão bonita de se
olhar." "Eu sou uma raposa", disse a raposa. "Venha brincar comigo",
propôs o Pequeno Príncipe. "Eu estou tão triste". "Eu não posso brincar
com você", a raposa disse. "Eu não estou cativada". "O que significada
isso – cativar?" "É uma coisa que as pessoas freqüentemente
negligenciam", disse a raposa. "Significa estabelecer laços". "Sim",
disse a raposa. "Para mim você é apenas um menininho e eu não tenho
necessidade de você. E você por sua vez, não tem nenhuma necessidade de
mim. Para você eu não sou nada mais do que uma raposa, mas se você me
cativar então nós precisaremos um do outro". A raposa olhou
fixamente para o Pequeno Príncipe durante muito tempo e disse: "Por
favor cativa-me." "O que eu devo fazer para cativar você?" perguntou o
Pequeno Príncipe. Você deve ser muito paciente". disse a raposa.
"Primeiro você vai sentar a uma pequena distância de mim e não vai dizer
nada. Palavras são as fontes de desentendimento. Mas você se sentará um
pouco mais perto de mim todo dia." Então o Pequeno Príncipe cativou a
raposa e depois chegou a hora da partida dele – "Oh!" disse a raposa.
"Eu vou chorar". "A culpa é sua", disse o Pequeno Príncipe, "mas você
mesma quis que eu a cativasse". "Adeus", disse o Pequeno Príncipe.
"Adeus", disse a raposa. "E agora eu vou contar a você um segredo: nós
só podemos ver perfeitamente com o coração; o que é essencial é
invisível aos olhos. Os homens têm esquecido esta verdade. Mas você não
deve esquecê-la. Você se torna eternamente responsável por aquilo que
cativa."

E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.
ResponderExcluir– Começo a compreender – disse o pequeno príncipe. – Existe uma flor… eu creio que ela me cativou…
MEU AMOR ME CATIVOU ASSIM... E ESSA É A RECEITA PERFEITA PRA MIM CONQUISTAR A ELE...– Que é preciso fazer? – perguntou o pequeno príncipe.
– É preciso ser paciente – respondeu a raposa. – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto…